“If you’re going to San Francisco…”

“…You’re gonna meet some gentle people there”
This part of the Scott Mackenzie’s famous song is definitely true. I’m in San Francisco since last Friday and I’m enjoying the city.
The true reason for this trip is the Qt Developer Days, which started yesterday with the training sections and the demo area, where I could see different kind of applications, products and ideas using Qt or created to ease the development with Qt.
It’s just a short post, in a few minutes there will be the first keynote and I have to go downstairs. :-)
This is my first DevDays, special thanks to the Qt Developer Network guys who decided to bring some of the contributors!
The Golden Gate Bridge

Operação Boa Viagem – parte 4 (final!)

Antes que acabe o ano!!

Neste post, os dois trechos finais da viagem entre Pindamonhangaba, SP e (o) Recife, PE realizada em Janeiro de 2009. Os demais trechos estão em Parte 1, Parte 2 e Parte 3.

Trecho percorrido no dia 3 de Janeiro: de Itabuna, Bahia até Maceió, Alagoas – 880 km.

Até Itabuna, a viagem seguiu dentro do esperado. Distância a ser percorrida era aproximadamente a mesma percorrida entre Macaé e Itabuna (cerca de 1100 km), assim parecia possível terminar a viagem no mesmo dia. É claro que dependia muito da gloriosa BR-101 colaborar.

Itabuna

Itabuna

Saindo de Itabuna, ao som da “Gabriela FM” (por causa da Gabriela do Jorge Amado mesmo), coisas curiosas como anúncio “Cala a Boca R$6,00″… depois de uma série de informações desencontradas para voltar à BR101, finalmente às 9h40 a viagem recomeçou de verdade.

O trecho baiano (Pq Bahia tem “h” e baiano não?) que já vinha bem no sul do estado, seguiu muito bom.  Vimos Salvador passar, representada em uma das placas indicando a saída para a capital baiana, e seguimos a viagem rumo a Sergipe. Vale lembrar que de Itabuna à divisa BA | SE são cerca de 500 km.

Aqui o trânsito parava pra galera comprar coisas, no meio da estrada.

Aqui o trânsito parava pra galera comprar coisas, no meio da estrada.

Santo Antônio de Jesus

Santo Antônio de Jesus - O comércio mais barato da Bahia

Apesar da boa condição da estrada, muito trânsito nesse trecho, com muitos, muitos caminhões. Filas enormes de carros eram formadas, ultrapassagens eram complicadas e uma quantidade enorme de motoristas fazendo verdadeiras loucuras na estrada – Em certo trecho vimos à nossa frente lado-a-lado, 1 caminhão grande, 1 caminhão médio e 1 carro.

“- A BR101 é duplicada nesse trecho?”   -  Não.

“- Mas eram quantas faixas no sentido Norte?” – Um. Sim! O terceiro componente da cena citada estava no acostamento da contra-mão.

Paramos no posto Delícias do Sul, em Alagoinhas (14h10), serviu pra explicar bastante o caos presenciado na estrada. Apesar de alguém no planalto central ter dito que é proibido comércio de bebidas alcoólicas em rodovias federais, nos 15 minutos que ficamos no estabelecimento foi um festival de motoristas alternando vinho e/ou cachaça.

Esplanada

Esplanada

E veja nessa foto o que encontramos! Tubos da Tenaris Confab (onde meu pai trabalha) hehe. Aliás, foram vários encontros desses pelo caminho.

Itabuna - Maceió

Itabuna - Maceió

Passamos pela divisa BA | SE às 16h.

Com esse conjunto de fatores, a viagem atrasou bastante – houve trecho com velocidade média de 50 km/h. Já anoitecia quando chegamos em Aracaju onde, para ajudar, a BR101 tem um traçado curioso. Foi a primeira vez que presenciei a necessidade de sair da estrada para seguir nela mesma… Seguimos reto e caimos dentro da cidade, daí deu pra tirar essa foto da capital Sergipana até acharmos um retorno.

Aracaju

Aracaju

Após uma rápida parada no posto Presidente, na nossa volta à BR101, a noite já dava as caras e restavam 496 km até Recife. O relógio marcava 17h50 (lembrando que no nordeste anoitece mais cedo), chegaríamos um tanto tarde. Decidimos então ir até Maceió,  263 km e completar a viagem na manhã seguinte.

Com os atrasos e o anoitecer, perdemos uma das mais aguardadas fotos da viagem, na ponte sobre o rio São Francisco, na divisa SE | AL =(  … só vimos a ponte. (Isso por volta de 19h30).

E a estrada, como estava? Norte de Sergipe: ruim. Entramos em Alagoas, esperanças de melhores condições e, piorou… ficou bem claro que a decisão de ir “só” até Maceió era mesmo o melhor a fazer.

Saímos da BR101 e tomamos uma rodovia estadual (AL216) que estava melhor que a federal e que passa no meio de canaviais sem fim, com movimentação quase que exclusivamente de treminhões àquela hora. Olhando no mapa, dava pra termos saido da BR101 depois, mas no fim deu certo =) .

Monumento Teotônio Vilela, Maceió

Monumento Teotônio Vilela, Maceió

Na chegada a Maceió (22h10), precisávamos de um lugar para dormir – era uma parada não esperada, portanto não tinhamos reserva alguma. Bom, em se tratando de uma capital turística isso não parecia ser um problema, bastava apenas encontrarmos os hotéis. Depois de ficarmos perdidos na cidade, achamos os hotéis. Lotado, lotado, lotado… até que finalmente achamos um hotel – Ouro Branco. Estranho mesmo era a cidade com hotéis lotados e com ruas vazias às 22h e tantos de um sábado. Para achar um lugar para comer, precisamos da ajuda do recepcionista do hotel que ligou para um restaurante (Imperador dos Camarões – veja você, eu sou alérgico a camarão ehhe) para que ele ficasse aberto por mais um tempo. Situação curiosa da noite, pagamento em cartão tinha que ser feito na porta de entrada do restaurante porque a máquina, via GPRS, não conseguia sinal para operar de dentro do estabelecimento.

Maceió - Recife

Maceió - Recife

Na manhã do domingo, 4 de Janeiro, pudemos ver um pouco das praias de Maceió.

Praia de Pajuçara

Praia de Pajuçara

Seguindo a viagem, não voltamos para a BR101 e seguimos pelas estradas estaduais beirando o mar. Muito trânsito para sair de Maceió devido à movimentação dos turistas, mas depois estrada bastante tranquila. E nessa tranquilidade fomos parados, pela primeira vez em toda a viagem, por uma Polícia Rodoviária (a Estadual de Alagoas). Verificação de documentos, nada demais.

Uma parada para uma água...

Uma parada para uma água...

Inclusive demos água apra este simpático ser =)

Inclusive demos água apra este simpático ser =)

Coqueiros, coqueiros, coqueiros… passamos por Maragogi e enfim, 12h11, a divisa AL | PE!

AL | PE

AL | PE

Seguindo pela PE-060, por volta da hora do almoço (que nos últimos dias passava em branco), resolvemos almoçar em Porto de Galinhas – 13h22 =) . Em 2008 estive lá para o Bossa Conference, daí conheci um pouco da vila (é, a cidade mesmo chama Ipojuca, quem já andou pela PE-060 já viu as n placas da prefeitura reafirmando isso) e levei meu pai e Priscila para comer no restaurante Barcaxeira. Comemos, compramos lembrancinhas, fotos e voltamos pra estrada (15h30) antes que o trânsito do final do feriado nos atrapalhasse.

Lá pelas 16h e alguma coisa, chegamos ao Recife! Praia de Boa Viagem por volta de 16h30 =)

Esse último dia acabou estendendo-se mais que o esperado pois resolvemos passear um pouco, até para que meu pai pudesse aproveitar um pouco pois tinha voo de volta marcado já para a noite de domingo. O importante foi que chegamo

s bem, não tivemos problemas sérios na viagem, brigamos um pouco, rimos muito, caímos em algumas roubadinhas, demos relativa sorte em outros momentos. Demorou, mas no fim compensou termos vindo de carro e não de avião =)

Para terminar, números:

Quilômetros dirigidos:

Anselmo : ~790km + ~460km (dia 3) + ~58 km (dia 4) = ~1308 km

Antonio (aka Pai) : ~786km + ~347km (dia 3) + ~179km (dia 4) = ~1312 km

Priscila : 0 km (mas dormiu bastente =)

Total (anotado) de aproximadamente 2620 km, contra os 2668km segundo o Google Maps para o caminho que fizemos. Os km faltantes a gente pode dizer que foi de piloto automático. Bom, em algum momento eu confiro as anotações pra ver onde eles sumiram =)

~ 190 litros de álcool

~14 km / L  (usando 2668 km)

Ah! Faltou dizer que mais fotos estarão no meu flickr, assim que acabar os uploads e outras coisas mais. http://www.flickr.com/anselmolsm

Operacão Boa Viagem, parte 3

Continuação do relato da viagem Pindamonhangaba, SP – Recife, PE realizada em Janeiro de 2009.

E vamos nós, Julho acabando e eu ainda não terminei isso =)

Trecho percorrido dia 2 de Janeiro de 2009: Macaé, RJ – Itabuna, BA. ~1100 km.

Macaé, RJ - Itabuna, BA

Macaé, RJ - Itabuna, BA

Dia 1 foi bem curto mas como já foi dito anteriormente foi uma forma ter uma margem de segurança, uma vez que a viagem de volta de meu pai estava marcada para a noite de domingo, dia 4.

Vista da Pousada Rocha, em Macaé

Vista da Pousada Rocha, em Macaé

O carro tomando um banho antes de seguir viagem

O carro tomando um banho antes de seguir viagem

Começando o dia, estréia do meu pai dirigindo na viagem.

Saindo de Macaé pudemos conhecer um pouco da cidade. Sinceramente fiquei decepcionado com o estado das ruas e avenidas da cidade, tendo em vista ser uma cidade que recebe grandes recursos por causa da atividade petrolífera na região. Se comparada com Paulínia, SP, que também tem atividades do ramo, Macaé parece estar bem mal adminstrada/cuidada. Não é a toa que acabou tema de reportagem na TV sobre os buracos nas vias.

Saimos da cidade e tomamos o rumo para voltar à BR101. Na estrada no caminho houve um pequeno susto, pois havia uma deformação na estrada que formou uma rampa… na hora pareceu que ia arrebentar com tudo de suspensão, amortecedores, mas felizmente ficou só no susto – Esqueci de citar mas houve episódio parecido na saída do Rio de Janeiro, outro buraco imenso numa via de acesso. Nem todos devem saber mas eu tenho um certo trauma por causa de um pequeno acidente que tive no começo de 2008, mas isso é outra história.

dsc04530r

Pedágio em construção, parte das obras na BR-101

Voltamos à BR101, próxima cidade notável foi Campos dos Goytacazes, ainda no estado do Rio de Janeiro. A popular Campos dá nome à bacia que concentra atualmente grande parte da extração de petróleo no país. É nessa cidade que voltamos a encontrar o Rio Paraíba do Sul, já próximo do seu fim. Este é o mesmo rio que cruza Pindamonhangaba e que nos acompanhou por um bom pedaço seguindo a Rodovia Presidente Dutra (no trecho ainda no Vale do Paraíba).

Na sequência, próximo à divisa com Espírito Santo, o aguardado momento de tirar foto da placa indicando a pequena Bom Jesus do Itabapoana, terra natal daminha namorada Priscila, que apesar de acharem que é carioca, é fluminense do interior do estado.

A placa de verdade ela perde, mas de Bom Jesus do Norte serve =)

Chegando no Espírito Santo, acabaram os sinais de obras na pista. Aliás, mais para frente chegou a ser decepcionante o estado da rodovia, inclusive com a faixa pintada por algum sujeito que talvez estivesse com elevado teor alcoólico no sangue, conforme vídeo.

http://www.youtube.com/watch?v=RK1bL2wxtDA

Optamos por seguir na BR101 – a alternativa seria a boa Rodovia do Sol que passa por Itapemirim, Piúma, Guarapari, até chegar a Vitória. Por causa do horário ficou um receio de que poderíamos pegar trânsito ao cruzar Vitória e Vila Velha.

Passando perto de Serra, pouco depois de Vitória, vimos o primeiro acidente da viagem, entre um Celta e um caminhão cegonha.

acidente

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E a estrada seguia, no norte do Espírito Santo há retas intermináveis na BR101, trechos com eucaliptos e outros com muita cana-de-açúcar. Passamos por AracruzLinhares. Em linhares encontramos esse caminhão dirigido por um cara que certamente é do time que grita “Toca Raul!”

Toca Raul!

E por volta das 17h30 chegávamos à Bahia, estado com o maior t recho da viagem. Da divisa até Itabuna, nosso objetivo nesse dia, restavam ainda cerca de 470 km.

Uma boa surpresa foi a repentina melhora da rodovia, o que acabou sendo bastante animador. Asfalto mais novo, boa sinalização. Sim, continuavam os motoristas irresponsáveis de sempre, mas pelo menos com a estrada não teríamos que nos preocupar tanto.

dsc04691r

No sul da Bahia passamos por Teixeira de Freitas, Eunápolis e Porto Seguro. Nesse ponto começava o trecho que nunca havíamos percorrido, já que em 1999 nós (pai, mãe, irmã e eu) fomos até Porto Seguro (em termos de BR101, Eunápolis, já que a via de acesso para Porto Seguro sai dessa cidade).

dsc04706r

Destaques da região: plantações de cacau visíveis nas margens da estrada, alguns casarões bem antigos, muitos deles abandonados. E a noite caindo, antes do que gostaríamos, mesmo com a hora que ganhamos por não haver horário de verão na Bahia. (Passamos por Eunápolis 19h10).

Chegamos em Itabuna bem mais tarde do que gostaríamos (21h52). Procuramos o hotel em que estava feita a reserva (grande GPS, apesar de demorar pra achar os satélites, quebrou um galho) e quando encontramos rolou um momento tenso. Coisas estranhas como a recepção do hotel Portugal (22h35) fica em outro hotel, teria que ter reservado vaga no estacionamento e se quiséssemos que alguém vigiasse o carro teríamos que dar um troco para algum vigia na rua.

Tá bom então. Deixamos o cidadão falando abobrinhas e partimos em busca de outro hotel. Às 23h50 finalmente conseguimos o hotel Royal, com estacionamento! (apesar de sombrio). Não era lá essas coisas, mas no estado que estávamos, o importante era ter um banheiro limpo e uma cama.

(Continua, espero demorar menos para a próxima parte =D )

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~1576 km percorridos, faltavam 1100 km

Anselmo: 500 km (dia 1: Pinda, SP – Macaé, RJ) + 290km (Linhares, ES – Itamaraju, BA) = 790 km

Antonio: 479 km (Macaé, RJ – Linhares, ES)+ 307km (Itamaraju, BA – Itabuna, BA) = 786km

Operação Boa Viagem, parte 2

É melhor continuar a escrever sobre a viagem pois já estamos em Março!

Depois da introdução, vamos ao primeiro dia de viagem: 1 de Janeiro de 2009: Pindamonhangaba, SP – Macaé, RJ (~500 km):

(fotos: clique para ampliar)

pinda-macae

Saindo de casa, despedida de José Billy:

billy

Saímos da casa de minhas tias por volta das 13h. Como já foi dito na parte 1, a viagem foi antecipada em meio período para ter uma certa folga para eventuais imprevistos, dado que o voo (olha nova acentuação aí) do meu pai saíria do Recife na madrugada de segunda 5 de Janeiro.

ainda em Pinda, meu carro estava com 44.444 km

Neste primeiro dia, apenas eu dirigi. Aprox. 290 km de rodovia Presidente Dutra, Avenida Brasil (faltaram fotos, mas ela nem é assim, digamos, bonita…), Ponte Rio – Niterói, primeiro trecho de BR-101 mais a Via Lagos – estrada que corta a região dos lagos (a fotógrafa dormiu nesse trecho).

Rod. Pres. Dutra, próximo da divisa SP/RJ

Início da descida da serra das araras, RJ

a vista na descida é bem legal (pra quem está de passageiro =D )

Curvas e mais curvas

Já no Rio de Janeiro, pretendíamos fazer um caminho para chegar na Ponte Rio-Niterói, fizemos um outro que acabou dando certo, culpa de uma placa mal posicionada que quase complicou o que não era pra ser tão difícil.

Ponte Rio-Niterói

próximo ao "viaduto" da ponte =)

de olhos fechados!

Pão de Açúcar e baía de Guanabara

Olha o tamanho da criança: Isso é do projeto Mexilhão, da Petrobras.

Terminada a Ponte, um alô pra BR-101. Nosso primeiro contato com as obras da concessionária Autopista Fluminense que está instalando bases de apoio, tampando buracos, duplicando a pista, fazendo pedágios.

Saindo da BR-101, pegamos a Via Lagos. Estrada boa, mas com muitos radares com velocidades baixas: 40km/h, 50km/h (Alguns em trechos não urbanos). Nos trechos em que passa pelas cidades da região, o trânsito estava pesado por causa dos turistas ainda no feriado do ano novo. Bateu um certo arrependimento de não ter continuado na 101, mesmo com informações de que ela não estaria tão boa no trecho Rio Bonito – Campos.

Darwin esteve aqui! Barra de São João, RJ (se não me engano...)

Rio das Ostras

Nesta primeira noite, ficamos na pousada Rocha, em Macaé-RJ. Uma pousada simpática, de frente para o mar, indicação de um colega de trabalho de meu pai. Chegamos por volta das 20h00 devido ao atraso do trânsito nas cidades da região dos lagos.

Pousada Rocha, em Macaé-RJ

O jantar do dia aconteceu no restaurante Porto Cavaleiros, onde comemos “Picanha para 2 pessoas” (R$ 30,00), que acabou servindo 3 pessoas muito bem – com o detalhe que a carne era servida aos poucos, conforme era preparada, evitando assim aquela carne-fria-seca-de-fim-de-festa.

Post curto pois o primeiro dia de viagem foi curto. O mais complicado sobre esses posts da viagem nem é escrever e sim selecionar as fotos: são muitas! Em breve devo fazer upload em algum lugar dessa maravilha de Internet.

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500 km percorridos, faltavam 2168 km …

Operação Boa Viagem, parte 1

Demorou mas enfim vamos ao primeiro post sobre da viagem de carro entre Pindamonhangaba e Recife. Para começar, uma rápida introdução.

No início deste ano me mudei para Recife. O costume entre os que se mudam de longe para cá para trabalhar no INdT – Instituto Nokia de Tecnologia – é fazer a viagem de avião. Mas… tendo um pai que adora dirigir, uma namorada com alguns parafusos a menos e eu mesmo tendo de vez em quando algumas idéias fora do comum, resolvemos fazer a viagem+mudança (afinal minhas coisas teriam que vir junto) de carro.

O automóvel utilizado nesta jornada foi o grande Renault Clio 1.0 16V que me acompanha desde agosto de 2007 (antes da viagem já contava ~44.444 km rodados =D ). Por uma infeliz combinação de acontecimentos, o ar condicionado que seria instalado antes da viagem não vingou…

Para aqueles que não sabem onde fica Pindamonhangaba, SP:

Rod. Presidente Dutra - Km 99 =)

Rod. Presidente Dutra - km 99 =)

<piada local> Potim aparece com esse nível de zoom e Aparecida (a cidade da padroeira) não </piada local>

Bem, quanto o itinerário. Foram consultados alguns guias rodoviários, mapas, pessoas… Existiam basicamente 2 opções:

br116

2498 km

br101

2668 km

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Considerando apenas a distância, obviamente deveríamos escolher o caminho que passa pelo interior de Minas Gerais e Bahia. Mas… levando em consideração que estradas federais em Minas Gerais costumas ser ruins, as distâncias entre cidades perto da estrada, entre outros, optamos pelo caminho Dutra + BR-101.

Assim, foi feita a programação. A princípio a saída estava marcada para Sexta-feira, 2 de Janeiro, logo pela manhã. Porém achamos melhor antecipar um pouco para ter uma folga para eventuais atrasos.

A saída ficou para o dia primeiro, 13h. Neste primeiro dia o plano era chegar até Macaé, RJ , percorrendo 490 km (indo pela região dos lagos). Macaé foi escolhida como a parade nesse primeiro dia pois um colega de trabalho do meu pai indicou uma pousada lá.

No segundo dia (Sexta-feira, dia 2), cerca de 1080 km até Itabuna, BA (local da segunda reserva em hotel); restariam 1098 km.

Meu pai previu chegada em Recife ainda na noite do Sábado dia 3. Eu estimei domingo dia 4 por volta das 10h. Os detalhes de cada dia da chamada “Operação Boa Viagem”, com fotos do percurso, serão tratados em posts futuros.

Interferência Show!

Percorrendo a rodovia D. Pedro I semana passada (5/12), entre o Pedágio de Itatiba (Km 110) e Atibaia (~ Km 80) consegui sintonizar a  Kiss FM de São Paulo nos 102.1 MHz. Até aí, banalidades.

O interessante foi o efeito quase que criativo criado pela interferência de outra rádio.

Primeiro promoveu um Aerosmith – Walk This Way + Scorpions – Wind of Change com curiosa alternância de refrões. Depois outra combinação notável foi Alice in Chains – Man in the Box + Kiss – Strutter.

Hoje tentarei novamente verificar o efeito criado pelo DJ Interferência, quem tiver a oportunidade, tente! =)

Virada Cultural

26 e 27 de Abril de 2008 – virada cultural em São Paulo.
Algumas dicas para a galera que planeja ir nos próximos anos:

1 – Não é necessário chegar com antecedência de, por exemplo, 24 horas;
2 – Certifique-se do dia da apresentção que planeja assistir. Vale lembrar que há “18 h” tanto no sábado quanto no domingo.
3 – A programação é disponibilizada no site www.viradacultural.org

Tirando essa falta de atenção que ficou clara com as dicas dadas anteriormente, foi bem legal a jornada do sábado, acabamos (Priscila e eu) vendo o show do Zé Ramalho, já que demoramos demais jantando e perdemos o da Gal Costa (o plano inicial era ver Jorge Ben Jor, mas nos antecipamos de forma, digamos, exagerada ehehe).

Metaaaaaaal

Ainda não postei fotos nem nada a respeito da expedição feita ao estado de Pernambuco. Para começar, aí vai um vídeo “show de buela”, como dizem na Nicarágua. Um exemplo de como do que o pessoal metaleiro ouve em Recife =) .

PS: eu sei que bola em espanhol é pelota
PS2: Nicarágua foi um país aleatoriamente escolhido dentre os falantes do espanhol na américa central.

Aproveitando passagem por SP =)

Com a colaboração do trânsito na marginal Tietê, consegui um tempo para esse post retroativo.

Passeio em São Paulo, sábado 01/03/08…. apresentação da Santa Ifigênia à Priscila, Mercadão, Pinacoteca, Museu da Língua Portuguesa, Black Dog, Wii na Fnac da Av. Paulista. Algumas fotos…

Uma fruta colorida…. Pitaya, fruta asiática. R$15,00 / Kg

Estação da Luz

Faltaram fotos do bolinho de bacalhau (enorme) e do lanche de peito de peru do Mercadão. Sim, o tradicional bombástico é o de mortadela, mas as filas no mezanino estavam enormes! Decidimos comer o bolinho de bacalhau mais famoso e pegar um lanche no mesmo estabelecimento. =)

Um final de semana “carioca”…

Final de semana passado estive no Rio de Janeiro. Juntamente com minha namorada Priscila, o tio dela José Eduardo e nossa amiga Juliane, fomos sábado ao Maracanã. O estádio de fato é enorme, até que tava cheio, uma certa desordem para a entrada (você compra ingresso antes pela Internet pra pegar fila lá pra trocar pelos ingressos de verdade? “show de buela” como dizem alguns…). E viva o Brasil, pelo menos vamos ver a seleção sub 17 detonar em seu terceiro jogo (vinha de um 3×0 e 4×0 nos jogos anteriores).

Valeu a pena mesmo pelas fotos do Maracanã, pela ola, por presenciar num curto período a torcida passando dos gritos de “Brasil, Brasil!” para “Timinho” ou a paródia da canção da Ivete Sangalo “Vergonha, Vergonha, time sem vergonha”.

O segundo tempo foi uma das mais patéticas apresentações de futebol já vistas por parte de um conjunto de indivíduos considerados uma seleção brasileira. “Ah, mas era a seleção sub 17″… a bolinha jogada e a máscara é que foram sub qualquer coisa quantificável (perdendo de 3×1 os caras querendo fazer graça de passar pé por cima da bola, toque de calcanhar…). No fim, 4×2 para o Equador e o Brasil fora da disputa por medalhas (podiam ter colocado a seleção feminina pra jogar nos finais de semana, né?). Ah! Também teve torcida gritando “Marta, Marta!”.

Bom, passado o momento comédia, saímos de um canto do Rio de Janeiro e fomos para outro. Do Maracanã, passamos pelo Grajaú (malas ficaram na casa da madrinha da Priscila), fomos para Jacarepaguá. Depois de carona da avó da Pri, chegamos ao autódromo onde foram construídos o Parque Aquático Maria Lenk e a Arena do Rio.

Como não havia jogo envolvendo o Brasil, não havia aquele alvoroço todo verificado à tarde. No jogo de basquete entre EUA e Argentina, teve um pessoal que até tentou torcer para as hermanas (“vamos vamos, argentina, vamos vamos a ganar”). Mas com vááárias chances desperdiçadas, dignas daqueles lances que só se vê em educação física na escola, o que se viu foi um passeio das que alguns dias depois viriam a ganhar a medalha de ouro. Ainda teve Canadá x Jamaica, que vimos até a metade (tempo suficiente para aparecer na Sportv 2 hehehe).

Hora de ir embora. Depois de algumas fotos dos prédios, vamos esperar pelo ônibus. Bom seria se algum dos n fiscais, policiais, voluntários e mais os sei lá o que presentes pudessem dar algum tipo de informação precisa quanto ao transporte das instalações esportivas para os bairros…

Domingão rolou o popular “passeio no calçadão” de Copacabana. Visita rápida à lojinha do Pan, fuga desesperada por causa dos preços, bateria da Portela tocando na praia, etc.

Depois disso, um “pequeno” passeio pela orla (andamos até o aeroporto Santos Dumont)…

Vimos velas competindo na Baía de Guanabara e o fim da marcha atlética no Aterro do Flamengo. Na Marina da Glória só vimos os barcos saindo da água mas ainda assim tivemos tempo de sem querer furarmos o esquema de segurança do lugar (sem mais detalhes, por uma questão de segurança nacional). Depois disso, estrada de volta para Pindamonhangaba.

Conclusão (mania de engenheiro, depois de 5 anos fazendo relatórios…. :-P )

Quanto a cidade do Rio de Janeiro, mais uma vez tive a impressão de que tratam-se de duas cidades sob o mesmo nome: uma que fica beirando o mar, com paisagens de cartão postal, prédios bonitos, e todo aquele blablabla comum de novela; outra que fica um pouco mais distante do mar (alguns quarteirões), com uma quantidade assustadora de sujeira e pichações espalhadas pelas ruas e muros, prédios antigos mal conservados, etc. (Note que não coloquei as favelas pois isso tem nas duas partes).

Quanto ao Pan…. ficaram muito legais as novas instalações esportivas, as reformas do complexo do Maracanã, os ingressos não eram caros… mas para sediar eventos desse tipo não basta só isso (arrisco até a dizer que essa parte “é fácil”). Apesar de existirem linhas especiais de ônibus para atender ao Pan, falta treinamento (ou vontade) dos que estão ali para dar informação, filas, filas…. Além disso, tem o fator alimentação: o Bobs, que detém o direito de explorar as lanchonetes nos eventos, não oferecia suco entre as opções de bebidas (Priscila não toma refrigerante, não quis pagar 2,50 por água e muito menos 4,50 por gatorade). Para comer, havia um lanche dito natural que nem lembro o preço e um cachorro quente que parecia uma piada de mal gosto por 3,50:

Pelo menos na Arena não vi sinal do tal “Bob Pan”, que é o hamburguer especial dos Jogos.

Enfim, a viagem valeu pelo certo grau de aventura (ônibus da ida parecia uma montanha russa pela falta de amortecedor), pelas companhias, loucura, improviso, mudança na rotina, conhecer lugares e pessoas diferentes, presenciar esse tipo de evento que sabe-se lá quando poderemos ver novamente (Copa em 2014?)… mas ficou a impressão de que se realmente querem que o Brasil receba uma Olimpíada, ou mesmo a Copa do Mundo, ainda tem MUITA, mas MUITA coisa básica mesmo que precisa ser arrumada antes (imagine o monte de gente a mais que viria para uma Olimpíada e não teria outra forma de chegar à rodoviária ou aos aeroportos além do busão ou dos táxis?)

PS: Não tem fotos das pessoas envolvidas. Uma porque não gosto de colocar fotos minhas, outra porque ainda não obtive a autorização dos demais :-) .