Operação Boa Viagem – parte 4 (final!)

Antes que acabe o ano!!

Neste post, os dois trechos finais da viagem entre Pindamonhangaba, SP e (o) Recife, PE realizada em Janeiro de 2009. Os demais trechos estão em Parte 1, Parte 2 e Parte 3.

Trecho percorrido no dia 3 de Janeiro: de Itabuna, Bahia até Maceió, Alagoas – 880 km.

Até Itabuna, a viagem seguiu dentro do esperado. Distância a ser percorrida era aproximadamente a mesma percorrida entre Macaé e Itabuna (cerca de 1100 km), assim parecia possível terminar a viagem no mesmo dia. É claro que dependia muito da gloriosa BR-101 colaborar.

Itabuna

Itabuna

Saindo de Itabuna, ao som da “Gabriela FM” (por causa da Gabriela do Jorge Amado mesmo), coisas curiosas como anúncio “Cala a Boca R$6,00″… depois de uma série de informações desencontradas para voltar à BR101, finalmente às 9h40 a viagem recomeçou de verdade.

O trecho baiano (Pq Bahia tem “h” e baiano não?) que já vinha bem no sul do estado, seguiu muito bom.  Vimos Salvador passar, representada em uma das placas indicando a saída para a capital baiana, e seguimos a viagem rumo a Sergipe. Vale lembrar que de Itabuna à divisa BA | SE são cerca de 500 km.

Aqui o trânsito parava pra galera comprar coisas, no meio da estrada.

Aqui o trânsito parava pra galera comprar coisas, no meio da estrada.

Santo Antônio de Jesus

Santo Antônio de Jesus - O comércio mais barato da Bahia

Apesar da boa condição da estrada, muito trânsito nesse trecho, com muitos, muitos caminhões. Filas enormes de carros eram formadas, ultrapassagens eram complicadas e uma quantidade enorme de motoristas fazendo verdadeiras loucuras na estrada – Em certo trecho vimos à nossa frente lado-a-lado, 1 caminhão grande, 1 caminhão médio e 1 carro.

“- A BR101 é duplicada nesse trecho?”   -  Não.

“- Mas eram quantas faixas no sentido Norte?” – Um. Sim! O terceiro componente da cena citada estava no acostamento da contra-mão.

Paramos no posto Delícias do Sul, em Alagoinhas (14h10), serviu pra explicar bastante o caos presenciado na estrada. Apesar de alguém no planalto central ter dito que é proibido comércio de bebidas alcoólicas em rodovias federais, nos 15 minutos que ficamos no estabelecimento foi um festival de motoristas alternando vinho e/ou cachaça.

Esplanada

Esplanada

E veja nessa foto o que encontramos! Tubos da Tenaris Confab (onde meu pai trabalha) hehe. Aliás, foram vários encontros desses pelo caminho.

Itabuna - Maceió

Itabuna - Maceió

Passamos pela divisa BA | SE às 16h.

Com esse conjunto de fatores, a viagem atrasou bastante – houve trecho com velocidade média de 50 km/h. Já anoitecia quando chegamos em Aracaju onde, para ajudar, a BR101 tem um traçado curioso. Foi a primeira vez que presenciei a necessidade de sair da estrada para seguir nela mesma… Seguimos reto e caimos dentro da cidade, daí deu pra tirar essa foto da capital Sergipana até acharmos um retorno.

Aracaju

Aracaju

Após uma rápida parada no posto Presidente, na nossa volta à BR101, a noite já dava as caras e restavam 496 km até Recife. O relógio marcava 17h50 (lembrando que no nordeste anoitece mais cedo), chegaríamos um tanto tarde. Decidimos então ir até Maceió,  263 km e completar a viagem na manhã seguinte.

Com os atrasos e o anoitecer, perdemos uma das mais aguardadas fotos da viagem, na ponte sobre o rio São Francisco, na divisa SE | AL =(  … só vimos a ponte. (Isso por volta de 19h30).

E a estrada, como estava? Norte de Sergipe: ruim. Entramos em Alagoas, esperanças de melhores condições e, piorou… ficou bem claro que a decisão de ir “só” até Maceió era mesmo o melhor a fazer.

Saímos da BR101 e tomamos uma rodovia estadual (AL216) que estava melhor que a federal e que passa no meio de canaviais sem fim, com movimentação quase que exclusivamente de treminhões àquela hora. Olhando no mapa, dava pra termos saido da BR101 depois, mas no fim deu certo =) .

Monumento Teotônio Vilela, Maceió

Monumento Teotônio Vilela, Maceió

Na chegada a Maceió (22h10), precisávamos de um lugar para dormir – era uma parada não esperada, portanto não tinhamos reserva alguma. Bom, em se tratando de uma capital turística isso não parecia ser um problema, bastava apenas encontrarmos os hotéis. Depois de ficarmos perdidos na cidade, achamos os hotéis. Lotado, lotado, lotado… até que finalmente achamos um hotel – Ouro Branco. Estranho mesmo era a cidade com hotéis lotados e com ruas vazias às 22h e tantos de um sábado. Para achar um lugar para comer, precisamos da ajuda do recepcionista do hotel que ligou para um restaurante (Imperador dos Camarões – veja você, eu sou alérgico a camarão ehhe) para que ele ficasse aberto por mais um tempo. Situação curiosa da noite, pagamento em cartão tinha que ser feito na porta de entrada do restaurante porque a máquina, via GPRS, não conseguia sinal para operar de dentro do estabelecimento.

Maceió - Recife

Maceió - Recife

Na manhã do domingo, 4 de Janeiro, pudemos ver um pouco das praias de Maceió.

Praia de Pajuçara

Praia de Pajuçara

Seguindo a viagem, não voltamos para a BR101 e seguimos pelas estradas estaduais beirando o mar. Muito trânsito para sair de Maceió devido à movimentação dos turistas, mas depois estrada bastante tranquila. E nessa tranquilidade fomos parados, pela primeira vez em toda a viagem, por uma Polícia Rodoviária (a Estadual de Alagoas). Verificação de documentos, nada demais.

Uma parada para uma água...

Uma parada para uma água...

Inclusive demos água apra este simpático ser =)

Inclusive demos água apra este simpático ser =)

Coqueiros, coqueiros, coqueiros… passamos por Maragogi e enfim, 12h11, a divisa AL | PE!

AL | PE

AL | PE

Seguindo pela PE-060, por volta da hora do almoço (que nos últimos dias passava em branco), resolvemos almoçar em Porto de Galinhas – 13h22 =) . Em 2008 estive lá para o Bossa Conference, daí conheci um pouco da vila (é, a cidade mesmo chama Ipojuca, quem já andou pela PE-060 já viu as n placas da prefeitura reafirmando isso) e levei meu pai e Priscila para comer no restaurante Barcaxeira. Comemos, compramos lembrancinhas, fotos e voltamos pra estrada (15h30) antes que o trânsito do final do feriado nos atrapalhasse.

Lá pelas 16h e alguma coisa, chegamos ao Recife! Praia de Boa Viagem por volta de 16h30 =)

Esse último dia acabou estendendo-se mais que o esperado pois resolvemos passear um pouco, até para que meu pai pudesse aproveitar um pouco pois tinha voo de volta marcado já para a noite de domingo. O importante foi que chegamo

s bem, não tivemos problemas sérios na viagem, brigamos um pouco, rimos muito, caímos em algumas roubadinhas, demos relativa sorte em outros momentos. Demorou, mas no fim compensou termos vindo de carro e não de avião =)

Para terminar, números:

Quilômetros dirigidos:

Anselmo : ~790km + ~460km (dia 3) + ~58 km (dia 4) = ~1308 km

Antonio (aka Pai) : ~786km + ~347km (dia 3) + ~179km (dia 4) = ~1312 km

Priscila : 0 km (mas dormiu bastente =)

Total (anotado) de aproximadamente 2620 km, contra os 2668km segundo o Google Maps para o caminho que fizemos. Os km faltantes a gente pode dizer que foi de piloto automático. Bom, em algum momento eu confiro as anotações pra ver onde eles sumiram =)

~ 190 litros de álcool

~14 km / L  (usando 2668 km)

Ah! Faltou dizer que mais fotos estarão no meu flickr, assim que acabar os uploads e outras coisas mais. http://www.flickr.com/anselmolsm

Operacão Boa Viagem, parte 3

Continuação do relato da viagem Pindamonhangaba, SP – Recife, PE realizada em Janeiro de 2009.

E vamos nós, Julho acabando e eu ainda não terminei isso =)

Trecho percorrido dia 2 de Janeiro de 2009: Macaé, RJ – Itabuna, BA. ~1100 km.

Macaé, RJ - Itabuna, BA

Macaé, RJ - Itabuna, BA

Dia 1 foi bem curto mas como já foi dito anteriormente foi uma forma ter uma margem de segurança, uma vez que a viagem de volta de meu pai estava marcada para a noite de domingo, dia 4.

Vista da Pousada Rocha, em Macaé

Vista da Pousada Rocha, em Macaé

O carro tomando um banho antes de seguir viagem

O carro tomando um banho antes de seguir viagem

Começando o dia, estréia do meu pai dirigindo na viagem.

Saindo de Macaé pudemos conhecer um pouco da cidade. Sinceramente fiquei decepcionado com o estado das ruas e avenidas da cidade, tendo em vista ser uma cidade que recebe grandes recursos por causa da atividade petrolífera na região. Se comparada com Paulínia, SP, que também tem atividades do ramo, Macaé parece estar bem mal adminstrada/cuidada. Não é a toa que acabou tema de reportagem na TV sobre os buracos nas vias.

Saimos da cidade e tomamos o rumo para voltar à BR101. Na estrada no caminho houve um pequeno susto, pois havia uma deformação na estrada que formou uma rampa… na hora pareceu que ia arrebentar com tudo de suspensão, amortecedores, mas felizmente ficou só no susto – Esqueci de citar mas houve episódio parecido na saída do Rio de Janeiro, outro buraco imenso numa via de acesso. Nem todos devem saber mas eu tenho um certo trauma por causa de um pequeno acidente que tive no começo de 2008, mas isso é outra história.

dsc04530r

Pedágio em construção, parte das obras na BR-101

Voltamos à BR101, próxima cidade notável foi Campos dos Goytacazes, ainda no estado do Rio de Janeiro. A popular Campos dá nome à bacia que concentra atualmente grande parte da extração de petróleo no país. É nessa cidade que voltamos a encontrar o Rio Paraíba do Sul, já próximo do seu fim. Este é o mesmo rio que cruza Pindamonhangaba e que nos acompanhou por um bom pedaço seguindo a Rodovia Presidente Dutra (no trecho ainda no Vale do Paraíba).

Na sequência, próximo à divisa com Espírito Santo, o aguardado momento de tirar foto da placa indicando a pequena Bom Jesus do Itabapoana, terra natal daminha namorada Priscila, que apesar de acharem que é carioca, é fluminense do interior do estado.

A placa de verdade ela perde, mas de Bom Jesus do Norte serve =)

Chegando no Espírito Santo, acabaram os sinais de obras na pista. Aliás, mais para frente chegou a ser decepcionante o estado da rodovia, inclusive com a faixa pintada por algum sujeito que talvez estivesse com elevado teor alcoólico no sangue, conforme vídeo.

http://www.youtube.com/watch?v=RK1bL2wxtDA

Optamos por seguir na BR101 – a alternativa seria a boa Rodovia do Sol que passa por Itapemirim, Piúma, Guarapari, até chegar a Vitória. Por causa do horário ficou um receio de que poderíamos pegar trânsito ao cruzar Vitória e Vila Velha.

Passando perto de Serra, pouco depois de Vitória, vimos o primeiro acidente da viagem, entre um Celta e um caminhão cegonha.

acidente

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E a estrada seguia, no norte do Espírito Santo há retas intermináveis na BR101, trechos com eucaliptos e outros com muita cana-de-açúcar. Passamos por AracruzLinhares. Em linhares encontramos esse caminhão dirigido por um cara que certamente é do time que grita “Toca Raul!”

Toca Raul!

E por volta das 17h30 chegávamos à Bahia, estado com o maior t recho da viagem. Da divisa até Itabuna, nosso objetivo nesse dia, restavam ainda cerca de 470 km.

Uma boa surpresa foi a repentina melhora da rodovia, o que acabou sendo bastante animador. Asfalto mais novo, boa sinalização. Sim, continuavam os motoristas irresponsáveis de sempre, mas pelo menos com a estrada não teríamos que nos preocupar tanto.

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No sul da Bahia passamos por Teixeira de Freitas, Eunápolis e Porto Seguro. Nesse ponto começava o trecho que nunca havíamos percorrido, já que em 1999 nós (pai, mãe, irmã e eu) fomos até Porto Seguro (em termos de BR101, Eunápolis, já que a via de acesso para Porto Seguro sai dessa cidade).

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Destaques da região: plantações de cacau visíveis nas margens da estrada, alguns casarões bem antigos, muitos deles abandonados. E a noite caindo, antes do que gostaríamos, mesmo com a hora que ganhamos por não haver horário de verão na Bahia. (Passamos por Eunápolis 19h10).

Chegamos em Itabuna bem mais tarde do que gostaríamos (21h52). Procuramos o hotel em que estava feita a reserva (grande GPS, apesar de demorar pra achar os satélites, quebrou um galho) e quando encontramos rolou um momento tenso. Coisas estranhas como a recepção do hotel Portugal (22h35) fica em outro hotel, teria que ter reservado vaga no estacionamento e se quiséssemos que alguém vigiasse o carro teríamos que dar um troco para algum vigia na rua.

Tá bom então. Deixamos o cidadão falando abobrinhas e partimos em busca de outro hotel. Às 23h50 finalmente conseguimos o hotel Royal, com estacionamento! (apesar de sombrio). Não era lá essas coisas, mas no estado que estávamos, o importante era ter um banheiro limpo e uma cama.

(Continua, espero demorar menos para a próxima parte =D )

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~1576 km percorridos, faltavam 1100 km

Anselmo: 500 km (dia 1: Pinda, SP – Macaé, RJ) + 290km (Linhares, ES – Itamaraju, BA) = 790 km

Antonio: 479 km (Macaé, RJ – Linhares, ES)+ 307km (Itamaraju, BA – Itabuna, BA) = 786km

Operação Boa Viagem, parte 2

É melhor continuar a escrever sobre a viagem pois já estamos em Março!

Depois da introdução, vamos ao primeiro dia de viagem: 1 de Janeiro de 2009: Pindamonhangaba, SP – Macaé, RJ (~500 km):

(fotos: clique para ampliar)

pinda-macae

Saindo de casa, despedida de José Billy:

billy

Saímos da casa de minhas tias por volta das 13h. Como já foi dito na parte 1, a viagem foi antecipada em meio período para ter uma certa folga para eventuais imprevistos, dado que o voo (olha nova acentuação aí) do meu pai saíria do Recife na madrugada de segunda 5 de Janeiro.

ainda em Pinda, meu carro estava com 44.444 km

Neste primeiro dia, apenas eu dirigi. Aprox. 290 km de rodovia Presidente Dutra, Avenida Brasil (faltaram fotos, mas ela nem é assim, digamos, bonita…), Ponte Rio – Niterói, primeiro trecho de BR-101 mais a Via Lagos – estrada que corta a região dos lagos (a fotógrafa dormiu nesse trecho).

Rod. Pres. Dutra, próximo da divisa SP/RJ

Início da descida da serra das araras, RJ

a vista na descida é bem legal (pra quem está de passageiro =D )

Curvas e mais curvas

Já no Rio de Janeiro, pretendíamos fazer um caminho para chegar na Ponte Rio-Niterói, fizemos um outro que acabou dando certo, culpa de uma placa mal posicionada que quase complicou o que não era pra ser tão difícil.

Ponte Rio-Niterói

próximo ao "viaduto" da ponte =)

de olhos fechados!

Pão de Açúcar e baía de Guanabara

Olha o tamanho da criança: Isso é do projeto Mexilhão, da Petrobras.

Terminada a Ponte, um alô pra BR-101. Nosso primeiro contato com as obras da concessionária Autopista Fluminense que está instalando bases de apoio, tampando buracos, duplicando a pista, fazendo pedágios.

Saindo da BR-101, pegamos a Via Lagos. Estrada boa, mas com muitos radares com velocidades baixas: 40km/h, 50km/h (Alguns em trechos não urbanos). Nos trechos em que passa pelas cidades da região, o trânsito estava pesado por causa dos turistas ainda no feriado do ano novo. Bateu um certo arrependimento de não ter continuado na 101, mesmo com informações de que ela não estaria tão boa no trecho Rio Bonito – Campos.

Darwin esteve aqui! Barra de São João, RJ (se não me engano...)

Rio das Ostras

Nesta primeira noite, ficamos na pousada Rocha, em Macaé-RJ. Uma pousada simpática, de frente para o mar, indicação de um colega de trabalho de meu pai. Chegamos por volta das 20h00 devido ao atraso do trânsito nas cidades da região dos lagos.

Pousada Rocha, em Macaé-RJ

O jantar do dia aconteceu no restaurante Porto Cavaleiros, onde comemos “Picanha para 2 pessoas” (R$ 30,00), que acabou servindo 3 pessoas muito bem – com o detalhe que a carne era servida aos poucos, conforme era preparada, evitando assim aquela carne-fria-seca-de-fim-de-festa.

Post curto pois o primeiro dia de viagem foi curto. O mais complicado sobre esses posts da viagem nem é escrever e sim selecionar as fotos: são muitas! Em breve devo fazer upload em algum lugar dessa maravilha de Internet.

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500 km percorridos, faltavam 2168 km …

Operação Boa Viagem, parte 1

Demorou mas enfim vamos ao primeiro post sobre da viagem de carro entre Pindamonhangaba e Recife. Para começar, uma rápida introdução.

No início deste ano me mudei para Recife. O costume entre os que se mudam de longe para cá para trabalhar no INdT – Instituto Nokia de Tecnologia – é fazer a viagem de avião. Mas… tendo um pai que adora dirigir, uma namorada com alguns parafusos a menos e eu mesmo tendo de vez em quando algumas idéias fora do comum, resolvemos fazer a viagem+mudança (afinal minhas coisas teriam que vir junto) de carro.

O automóvel utilizado nesta jornada foi o grande Renault Clio 1.0 16V que me acompanha desde agosto de 2007 (antes da viagem já contava ~44.444 km rodados =D ). Por uma infeliz combinação de acontecimentos, o ar condicionado que seria instalado antes da viagem não vingou…

Para aqueles que não sabem onde fica Pindamonhangaba, SP:

Rod. Presidente Dutra - Km 99 =)

Rod. Presidente Dutra - km 99 =)

<piada local> Potim aparece com esse nível de zoom e Aparecida (a cidade da padroeira) não </piada local>

Bem, quanto o itinerário. Foram consultados alguns guias rodoviários, mapas, pessoas… Existiam basicamente 2 opções:

br116

2498 km

br101

2668 km

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Considerando apenas a distância, obviamente deveríamos escolher o caminho que passa pelo interior de Minas Gerais e Bahia. Mas… levando em consideração que estradas federais em Minas Gerais costumas ser ruins, as distâncias entre cidades perto da estrada, entre outros, optamos pelo caminho Dutra + BR-101.

Assim, foi feita a programação. A princípio a saída estava marcada para Sexta-feira, 2 de Janeiro, logo pela manhã. Porém achamos melhor antecipar um pouco para ter uma folga para eventuais atrasos.

A saída ficou para o dia primeiro, 13h. Neste primeiro dia o plano era chegar até Macaé, RJ , percorrendo 490 km (indo pela região dos lagos). Macaé foi escolhida como a parade nesse primeiro dia pois um colega de trabalho do meu pai indicou uma pousada lá.

No segundo dia (Sexta-feira, dia 2), cerca de 1080 km até Itabuna, BA (local da segunda reserva em hotel); restariam 1098 km.

Meu pai previu chegada em Recife ainda na noite do Sábado dia 3. Eu estimei domingo dia 4 por volta das 10h. Os detalhes de cada dia da chamada “Operação Boa Viagem”, com fotos do percurso, serão tratados em posts futuros.